CAMPANHA É PETROBRAS, É DO POVO, É BRASIL

 

A Petrobras não é apenas a maior empresa de exploração e produção de petróleo do país, é a maior empresa do Brasil.

Foi criada 1953 pelo então presidente Getúlio Vargas após grande mobilização nacional organizada pela campanha “O Petróleo é Nosso”, que defendia o monopólio estatal sobre esse recurso tão valioso.

Naquela época (assim como hoje) havia setores que preferiam entregar o patrimônio nacional para os estrangeiros. Mas prevaleceu o entendimento de que o Brasil deveria ser dono de suas próprias riquezas e que o petróleo seria uma importante fonte de desenvolvimento.

Naquela época, se olhava para o futuro.

De lá para cá, a Petrobras só cresceu e foi se tornando a gigante que é hoje (está entre as maiores do mundo nesse ramo):

  • empregando dezenas de milhares de profissionais altamente qualificados;
  • pagando bilhões de reais em royalties (valores em dinheiro pagos pelas empresas produtoras aos governos estaduais, municipais e à União) para ter direito à exploração;
  • investindo milhões de reais em projetos de educação, saúde, esporte, lazer e cultura;
  • desenvolvendo tecnologias pioneiras para exploração em águas profundas e ultra profundas;
  • sendo fonte de desenvolvimento econômico e social.

 

Com a descoberta do Pré-sal (uma área gigantesca no Oceano Atlântico formada por inúmeros poços de petróleo abaixo da camada de sal no fundo do mar), o Brasil tinha tudo para trilhar um caminho energeticamente sustentável e despontar ainda mais entre as maiores economias do planeta.

Em 2013, o setor de petróleo e gás chegou a ser responsável por 13% do Produto Interno Bruto (PIB, que é a soma das riquezas produzidas) do país.

Mas então veio o golpe de 2016, e desde que Michel Temer assumiu o governo, a política da empresa mudou e grupos econômicos passaram a querer determinar o futuro da estatal. Foi aí que começou uma perversa política de desinvestimento (corte de investimentos) e sucateamento para forçar a privatização da empresa.

O governo Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, assumiram em 2019 com a mesma gana pela entrega do patrimônio nacional, não só com o desinvestimento e a liquidação de ativos importantes, como a BR Distribuidora, como a venda de refinarias e subsidiárias (que além de lucrativas são essenciais para a estrutura do Sistema Petrobras) e a entrega de áreas do Pré-sal a preços irrisórios perto do potencial de riqueza que trariam ao Brasil.

E é por isso que lançamos esta campanha É Petrobras, É do Povo, É Brasil.

Porque a Petrobras é nosso passaporte para o futuro. É fonte de riqueza, de desenvolvimento econômico e social. É a empresa que mais investe em educação no Brasil. É fonte de recursos essenciais para estados e municípios.

A Petrobras é patrimônio do povo brasileiro.

É nosso dever lutar para que ela continua assim.

Nosso futuro depende disso.

 

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